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Como funciona a tecnologia 3d

Realidade em três dimensões. Certamente você já ouviu falar sobre esse conceito. Os efeitos em terceira dimensão estão se tornando cada vez mais comuns em nosso cotidiano e, para um futuro próximo, parecem estar encaminhando para se tornar a nova febre do mundo do entretenimento.

Mas o que poucos sabem é que, embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm mais de meio século. Para se ter uma ideia em 1952, nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela – ainda que precária – causou furor no público.

Assim, durante toda a década outras experiências foram feitas, mas à época as prioridades eram outras. Era preciso aprimorar o som, o formato de exibição de imagem, reformar as salas de cinema e aprimorar os óculos de papel – com uma lente azul e outra vermelha – que além de ser desconfortáveis causavam dor de cabeça e enjoo em algumas pessoas.

tv3d

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Afinal, como é feito o 3D e por que vemos em três dimensões?

A terceira dimensão não existe, é apenas uma ilusão da sua mente. Literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.

Seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e, nesse processo, obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.

Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.

A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Ou melhor, até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.

Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

Porque o 3D é a menina dos olhos do entretenimento

Grande parte das tecnologias desenvolvidas para as áreas de entretenimento nasceram de experiências realizadas primeiramente no mundo do cinema. E o cinema, por sua vez, “brinca” de ser laboratório apenas quando se sente ameaçado. Foi assim quando a TV se desenvolveu que o cinema procurou aperfeiçoar a qualidade das projeções.

Quando a TV começou a crescer, com o home vídeo, vieram as novidades em termos de som e imagens digitais. E agora, quando ter um cinema em casa já não é mais novidade e o acesso a qualquer produto de entretenimento ficou mais fácil graças à internet, os efeitos em 3D surgem como uma salvação para a indústria.

As explicações para isso são simples. Em primeiro lugar o 3D, por enquanto, é a arma mais eficaz para combater a pirataria. Qualquer espectador mal intencionado, com uma câmera na mão, que tentar entrar numa sala de exibição 3D para tentar filmar a tela e jogar na internet vai se dar mal. Sem os óculos especiais as imagens que compõe a projeção 3D não passam de um borrão na tela.

Com o avanço das tecnologias de home theater, é bem possível que muitas pessoas já tenham em casa salas de cinema melhor estruturadas do que muitos cinemas pequenos, com antigas estruturas. Com isso, muito se perguntam: porque pagar mais caro para ver um filme no cinema se pode ver com uma qualidade quase igual no conforto da minha casa? Nesse quesito o 3D surge com um diferencial. Afinal, por mais que exista qualidade de projeção, ainda não existe nada feito em 3D para ser exibido em home vídeo com a mesma qualidade que você encontra nas telonas.

As salas de cinema IMAX

Em termos de tecnologia 3D não há novidades nas salas de cinema IMAX. O que acontece nelas é a potencialização tanto do áudio quanto do vídeo nas melhores condições possíveis para que sua experiência seja algo realmente tridimensional.

A começar pelo tamanho da tela. Ela mede 12 metros de altura por 22 metros de largura. São 264 metros quadrados apenas de tela. Além disso, o som utilizado nessas salas chega a ter 14 mil watts de potência. Mesmo em condições normais de projeção, sem o 3D, isso já o suficiente para deixá-lo bastante impressionado.

A geometria das salas também é personalizada, visando maximizar o campo de visão do espectador. A tela de uma sala IMAX é levemente côncava, o que colabora para a ampliação do campo. Por enquanto no Brasil são apenas duas salas. Uma em São Paulo e, a maior delas, em Curitiba.

Questão de tempo para outra mudança acontecer

Se a indústria cinematográfica é pioneira, por outro lado, não é a única e também está sujeita a evolução cada vez mais rápida das novas tecnologias. A maior prova disso é que, enquanto o 3D dá os primeiros passos nos cinemas brasileiros (atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato) fora da grande tela outras mídias já dão seus primeiros passos em direção a essa nova realidade.

Nesta semana o YouTube disponibilizou um dos primeiros vídeos de experimentação em 3D do site. A ideia é que os usuários, tendo em mãos um dos vários tipos de óculos que permitem a visualização de imagens em três dimensões, possam relatar o que viram e, com isso, possa ser aprimorada a experiência de exibições como essa.

Com as televisões não é diferente. No início do ano, durante a CES (Consumer Electronics Show) 2009, uma das principais feiras do segmento de eletroeletrônicos do mundo, empresas como a Sony, Panasonic, Samsung, LG e Mitsubishi mostraram alguns protótipos de TVs especiais com capacidade 3D.

Ainda não há uma data para o seu lançamento oficial, mas de acordo com a Panasonic a ideia é colocar o produto à venda já em 2010. O grande diferencial deste produto é que eles dispensam a necessidade dos óculos 3D. Embora ainda com falhas, é uma mostra que há um bom potencial de desenvolvimento nesse quesito.

A Philips também tem alguns aparelhos como esse em teste sendo comercializados para grandes corporações. Estimativas dão conta que o preço desses aparelhos, que utilizam uma tecnologia batizada de WoW vx, gira na faixa de onze mil euros.

Pequenos avanços colocados no mercado nos últimos anos estão tornando essa possibilidade mais real. Um deles é o aumento da frequência das telas de LCD, de 60 Hz para freqüências de 120 Hz e 240 Hz. Isso permite imagens em movimento mais nítidas e com menos borrões durante as transições.

oculos3d

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Como isso é possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.

Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem. Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.

Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.

Terceira dimensão na palma da sua mão

Depois das TVs os próximos a ganhar telas 3D serão os celulares, players e iPods. Mas se anteriormente dissemos que a percepção do 3D só é eficiente em aparelhos de TV superiores as 30 polegadas, como isso será possível nas pequenas telas dos celulares?

Na tecnologia móvel 3D é você quem fará a diferença. Quanto mais próximo você chegar do aparelho, menor será o campo da sua visão (o espaço entre você e o aparelho), mas seu campo de visão (o espaço que você enxerga) permanece o mesmo.

A ideia não é nova, apenas o seu desenvolvimento é que é. A Sharp lançou em 2003 um modelo 3D no Japão. Equipamentos como esse não fizeram sucesso ainda pelo simples fato que praticamente não há conteúdo disponível nesse formato para os aparelhos. Se você já é usuário do iPhone também pode assistir a vídeos em 3D, mas para isso vai precisar usar óculos especiais.

Tecnologia 3D tem ganhado cada vez mais espaço e tem conquistado as pessoas em todos os cantos do mundo, diversos críticos disseram que as programações e filmes exibidos nesse contesto não teriam sucesso, mas eles provavelmente estarão errados, porque a cada dia que passa mais o 3D tem ganhado espaços, os filmes estão sendo lançados todos com esse dinamismo e os cinemas precisam se adaptar rapidamente a esse sistema se não quiserem perder os seus clientes para outros.
Algumas pessoas ainda não fazem idéia de como é que funciona a tecnologia 3D, por isso vamos começar a falar, e dizer exatamente o que acontece para que você enxergue as coisas como se pudesse pegá-las.
Quando você vai a um cinema convencional, só existe um projetor para que você possa ver o filme, no caso dos 3D eles são dois, um para cada olho, e cada um tem um ângulo de filmagem diferente o que vai causa os efeitos que vimos.
Os óculos não podem faltar e são fundamentais para que a tecnologia funcione bem, se você olhar a olho nu diretamente para a tela a imagem vai ficar embaçada, com os óculos eles vão deixar a imagem nítida e obtendo o efeito esperado.
Existe outro modelo de óculos que pode causar o mesmo efeito só que com mais perfeição, ele é conhecido como óculos polarizado, da mesma maneira que os famosos com lentes azuis e vermelhas, esse também capita as imagens separadas e junta em uma só o que a olho nu você estaria vendo em apenas uma dimensão com as lentes polarizadas a imagem vai se tornar 3D, e você irá conseguir ver o filme com efeitos ainda mais reais.
O filme Avatar em 3D certamente fascinou muita gente com essa tecnologia, que não era muito empregada quando Avatar começou a ser filmado. Mas como isso funciona, você sabe? Segue um explicativo de forma muito simples e didático de como funcionam as imagens 3-D nas TVs e cinema, em 3 formatos diferentes: anáglifo, polarizado e Parallax. Basicamente a tecnologia funciona desta maneira:

As duas imagens são projetadas na tela simultâneamente, uma imagem para cada olho. Cada uma das imagens possui pequenas diferenças na perspectiva. Cada uma das lentes – vermelha e azul – é projetada para “enxergar” apenas uma das camadas, bloqueando a outra, por isso, cada olho só percebe uma das imagens. Seu córtex visual é quem faz o truque de combinar as imagens e seu cérebro é enganado, percebendo-as como uma só imagem tridimensional.

Similar ao método anáglifo, duas imagens diferentes com perspectiva e polarização distintas, são projetadas ao mesmo tempo na tela. Cada lente dos óculos identifica apenas uma das polarizações disponíveis, fazendo com que cada um dos olhos enxergue apenas uma das imagens. Novamente, seu cérebro não percebe o truque e combina as duas imagens distintas com apenas uma, porém tridimensional.

Esse método não exige um óculos especial. As duas imagens com perspectivas diferentes, são dispostas em uma tela simultâneamente, porém entrelaçadas – divididas em faixas verticais e exibidas alternando-se as faixas. Um filtro, conhecido como “barreira de parallax” possui fendas precisas que permitem cada olho enxergar apenas uma das sequências de faixas, para cada perspectiva, dando novamente a impressão para o seu cérebro de que se trata apenas de uma imagem tridimensional.

Fonte: Internet

Impressora com tanque de tinta externo, bulk ink original

Produto é uma boa opção para quem precisa de grande volume de impressão a cors e não quer pagar uma fortuna pelos cartuchos.

Tanques externos de tinta acoplados a uma impressora, também conhecidos como “Bulk”, não são novidade. De fato são até populares entre os usuários que precisam de um grande volume de impresão a cores mas querem economizar com os suprimentos.

Mas até o momento todas as soluções eram desenvolvidas e instaladas por terceiros, e seu uso invalidava a garantia da impressora. De olho na demanda de seus consumidores a Epson resolveu aproveitar a idéia e lançar a L200, primeira multifuncional jato de tinta com um tanque integrado de fábrica.

Espon-L200

Espon-L200

Epson L200: Tanques de tinta originais de fábrica

A impressora tem quatro reservatórios de tinta (um para cada cor: ciano, magenta, amarelo e preto) com capacidade de 70 ml cada, que substituem os cartuchos tradicionais. Segundo a fabricante é o suficiente para imprimir 4 mil páginas em preto ou 6.500 páginas a cores. A reposição de tinta é fácil e não requer seringas ou outros esquemas mirabolantes: basta quebrar o bico do frasco e despejar o conteúdo no tanque correspondente.

A L200 tem resolução máxima de impressão de 5760 x 1440 dpi, bandeja com capacidade para 100 folhas (também compatível com papel fotográfico no tamanho 10×15) e um scanner com resolução de 600 DPI. Como toda multifuncional, além de impressora e scanner ela também pode combinar ambos os recursos e funcionar como copiadora.

Segundo a Epson a L200 tem preço sugerido de R$ 749, o que já inclui seis refis de tinta: ciano, magenta, amarelo e três refis na cor preta. Cada refil extra tem preço sugerido de R$ 25, independente da cor.


Especificações da Epson L200

Tecnologia de impressão: Tecnologia de jato de tinta MicroPiezo®
de 4 cores (CMYK)
Resolução: Até 5760 x 1440 dpi de resolução aperfeiçoada em vários tipos de papel
Refil original Epson(incluídos): 3 refis com tinta Preta: Cada reservatório rende até 4 mil páginas
4, (12 mil ao todo)
3 refis coloridos (Ciano, Magenta, Amarelo) – Rendem até 6 .500 páginas
Tamanho da gota de tinta: 4 picolitros
Velocidade de impressão: Máxima Preto 27 ppm e Colorido, 15 ppm
Normal Preto 3,0 ISO ppm e Colorido, 1,6 ISO ppm
Capacidade de papel: Bandeja de entrada 100 folhas / 10 envelopes
Bandeja de saída 50 folhas
Manuseio de papel: Folhas individuais 10 x 15 cm (4″ x 6″), 13 x 18 cm (5″ x 7″), 20 x 25 (8″ x 10″)
carta,legal, ofício (21,6 x 35,6 cm), A4, A5, A6, B5
Tipos Suporte para diferentes tipos de papel Epson; papel normal e bond
Envelopes Nº10, DL, C6, 200 mm x 132 mm
Tipos Normal, bond e correio aéreo
Tipo de scanner: Cama plana com sensor de linhas CIS a cores
Área de digitalização: Máxima 21,6 x 29,7 cm (8,5″ x 11,7″)
Resolução: Óptica 600 dpi
Hardware 600 x 1200 dpi
Interpolada 9600 x 9600 dpi
Profundidade de cor: Cor de 48 bits
Tamanho das cópias: 10 x 15 cm (4″ x 6″), carta, A4
Interface e conectividade: USB 2.0 (Compatível com USB 1.1)
Compatibilidade: Windows USB Windows 7, Windows Vista®
, Windows XP, Windows XP Professional x64
Requisitos para Windows®
: • 512MB RAM (1GB recomendado); • Monitor SVGA de 256 cores,mínimo
• 550MB de espaço em disco; • Conexão USB (1GB recomendado); • Unidade de CD-ROM ou DVD-ROM
Requisitos adicionais
para Windows: • Pentium®1 GHz ou superior recomendado
• Windows 7, Windows Vista®, Windows XP, Windows XP Professional x64
Software incluso: ABBYY®
FineReader®
Sprint OCR
Dimensões e peso
(larg. x prof. x alt.): 50,8 x 30,4 x 15,1 cm (17,2″ x 12″ x 5,9″); 4,3 kg (9,5 lb)

Fonte: Internet

Tablets produzidos no Brasil !

Tablets: muita gente quer um. O problema é o preço… e um dos vilões da conta é a carga de impostos no Brasil.

Para tentar mudar um pouco a situação e popularizar os aparelhos, o governo incluiu os tablets na chamada Lei do Bem, que isenta ou diminui a incidência de dois impostos: PIS e Cofins – os computadores convencionais, por exemplo, só caíram de preço por aqui depois dessa lei. Para o governo, com esse incentivo fiscal, os preços dos tablets produzidos em território nacional deveriam cair, em média, 40%. Mas, os fabricantes dizem que a história não é bem assim…


Tablet Brasil

Tablet Brasil


Nelson Scarpin, diretor geral da Semp Toshiba explica: “Quando você tem um produto importado, por não ter uma fábrica aqui, não há a necessidade de fabricação e você deixa de ter os custos disso. Então, o produto vem pronto e você faz a distribuição. Com a redução da carga tributária, que é um grande benefício, isso totaliza 37%, se somados todos os impostos em cascata. Mas, não podemos esquecer que haverão outro custos associados como, por exemplo, os de fabricação do equipamento”, completa.

A Semp Toshiba lançou seu produto há quatro meses. Após a aprovação do incentivo fiscal, baixou o preço dos tablets em quase 30%. O modelo, que custava R$1400, hoje é vendido por R$1000. Um outro aparelho, de uma marca concorrente, lançado em maio, custava 2000 reais e hoje sai por algo em torno de R$1600.

“Naquele momento, em abril, tínhamos a expectativa que essa mudança na lei já fosse acontecer naquele momento, mas acabou por acontecer no início de agosto. Mas nós apostamos que a Lei do Bem seria aprovada, que seria implementada no Brasil e já começamos a produzir e comercializar com um preço mais agressivo do que faríamos se a lei não estivesse em discussão. Assim que a mudança na tributação foi efetivada, no início da 2ª semana de agosto, nós já reduzimos os preços dos tablets”, diz Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola Mobility.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, 6 empresas já produzem tablets no Brasil: entre elas estão a Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix. O preço dos produtos feitos aqui é praticamente o mesmo dos importados. Por enquanto,  a redução de impostos só foi decisiva para que os tablets começassem a ser produzidos por aqui.

Além do preço, o Brasil precisa vencer mais uma barreira para uma disseminação maior dos tablets: a banda larga e a conexão via rede 3G.

Quem sabe, os “prometidos” 40% de redução ainda cheguem para o consumidor. Mas, os fabricantes dizem que isso só deve acontecer a partir do crescimento das vendas…

Scarpin ainda diz que hoje, o volume total de tablets esperados para o Brasil é na ordem de 400 mil unidades, enquanto, no caso do notebook, se fala em cerca de 8 mihões.

Foxconn-Brasil

Foxconn-Brasil

Empresas produtoras na lista estão Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix, segundo o ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Cinco empresas já começaram a produzir tablets no Brasil, segundo informação divulgada ontem à noite (5/9) pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, em entrevista à Agência Brasil. Na lista divulgada por ele estão Samsung,  Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix.

E Apple, com seu popular iPad? Segundo Mercadante, a empresa começará a produzir tablets no País até o final do ano. Vale lembrar que essa previsão já foialterada algumas vezes.

De acordo com o ministro, “a Apple está fazendo a sua primeira fábrica fora da China. Portanto, o tempo dela se instalar no Brasil e produzir os tablets seguramente será um pouco mais longo do que as empresas que já estavam e fizeram adaptações nas linhas de produção.” Mercadante afirma que a fábrica de iPads será em Jundiaí (São Paulo).

Em julho, Mercadante afirmou que este ano teremos no Brasil o “Natal do tablet”, com “equipamentos baratos e muita opções para o consumidor”.

Nas previsões do ministro, os tablets de fabricação nacional deverão chegar a partir de setembro, com 20% de componentes nacionais e preços até 40% menores, no caso de os descontos dados pelo governo federal e por alguns estados chegarem ao consumidor.

Fonte: Internet

All in One fim dos fios !

Os computadores desktop são cheios de fios e peças. Teclado, mouse, monitor, CPU… às vezes toda essa parafernalha acaba não se encaixando em todos os ambientes. Mas que tal tudo isso junto em uma coisa só? Bom, esses são os chamados All in One, ou Tudo em Um, na tradução para o português. Como o próprio nome sugere, esses aparelhos possuem monitor e CPU num corpo só. O resultado final é essa tela mais robusta. sobe-som.

allinone

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Com um setor ainda engatinhando, até o fim de 2010 serão 350 mil unidades vendidas em território nacional, segundo expectativas da consultoria IDC. A soma ainda é baixa, se considerarmos os mais de 13 milhões de desktops e notebooks que o mercado brasileiro movimenta. “No mercado norte-americano, que já é um pouco mais maduro que o mercado brasileiro, estima-se que até 2013 esse percentual vai ser de 30% frente aos usuários domésticos. Então, isso dá aí uma previsão de crescimento tanto para o mercado americano, quanto para o mercado brasileiro muito grande”, diz Luciano Crippa, Analista de Mercado da IDC. Os preços desses produtos ainda variam bastante aqui no Brasil. Você pode encontrar aparelhos que custam mil e quinhentos reais, ou até mesmo os que custam mais de seis mil reais. Apesar do mundo estar cada vez mais voltado à mobilidade, os fabricantes de desktops apostam nesse dispositivo, principalmente para o mercado doméstico. O que mais chama atenção nos All in One é o visual do brinquedinho. Ele fica muito elegante em uma mesa, não é? Alguns aparelhos dispensam o uso de fios para ligar o mouse e o teclado, por exemplo. Tudo é voltado para a economia de espaço. O modo como o aparelho é fabricado também permite menor consumo de energia, pois todos os componentes são instalados de maneira otimizada, justamente para proporcionar maior eficiência em pouco espaço. Mas o ponto fraco dos All in One é a impossibilidade de fazer upgrades na máquina. Ou seja, você não consegue aumentar a capacidade de armazenamento, melhorar a memória, trocar a placa de vídeo… é algo semelhante ao que acontece com os notebooks. São poucas as assistências técnicas especializadas, e se a placa mãe queima, por exemplo, o computador acaba perdendo a utilidade. “Vai ficar sempre muito amarrado ao fabricante que forneceu a manutenção. Então, as peças de substituição são mais delicadas, você tem que achar empresas e profissionais mais qualificados para poder prestar. No desktop, hoje no mercado nacional, aqui no Brasil, você tem uma variedade de assistências técnicas, profissionais, às vezes autônomos, que conseguem fazer esse tipo de manutenção com muito mais facilidade”, diz Anderson Feliciano da Silva, Gerente Corporativo da Accept. Os lançamentos mais baratos disponíveis no mercado, com preços entre mil e dois mil reais ainda possuem configurações bastante modestas. Para ter um All in One de respeito, você terá que desembolsar uma grana, digamos, mais pesada. Os All in One são mais uma opção para quem gosta de tecnologia. E, talvez, para quem quer um ambiente mais limpo, sem fios espalhados por todos os lados.

A MSI acaba de lançar o Wind Top AE2420 3D, pc tudo em um com tela Multi-touch e tecnologia que possibilita a exibição de vídeos em 3 dimensões.

 

aio_msi_3d

aio_msi_3d

O MSI Wind Top AE2420 3D  é o primeiro computador do gênero com tal tecnologia. O pc possui uma grande tela de LED de 24 polegadas touchscreen com resolução Full-HD (1080P) a 120Hz.

AE2420 3D também vem equipado com uma placa de vídeo ATI® Mobility Radeon HD, modelo HD 5730 que vem com suporte ao DirectX11.

O processador é um Intel Core i5 650 (3.2 GHz). Portas USB 3.0 e um leitor de Blue Ray também estão presentes no AE2420.

Confira abaixo as especificações gerais do Wind Top AE2420 3D, primeiro All-In-One 3D do mundo:

• Processador: Intel Core i5 650 (3.2GHz)

• Áudio: 7.1 canais de áudio com tecnologia THX TRUSTUDIO PRO

• Monitor: Tela de LED, 23.6 polegadas, Full-HD e Multi-Touch

• Memória RAM: 4Gb DDR3 /

• HD: 1TB SATA2

• Placa de Vídeo: ATI Mobility Radeon HD 5730 1GB DDR3

• Blu-Ray DVD

• Rede: 802.11 b/g/n e RJ45

• Sistema operacional: Windows® 7 Home Premium 64 bit

Fonte: internet

Em breve ! Aguardem !

Lançamento em breve ! Aguardem promoções !

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