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Nova presidente da Petrobras
A nova presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou nesta segunda-feira (13), após a cerimônia de sua posse, que a atividade de exploração e produção será prioritária na sua gestão. Ela afirmou que o seu perfil é técnico e que só sabe trabalhar perseguindo metas. No entanto, ela evitou falar sobre marcas para 2012.
- Dá um tempo para mim. Se não eu vou te dar um número agora e um menor depois. O que eu posso te garantir é que meta de produção é prioridade na Petrobras.
Foster preferiu não divulgar uma data para o próximo plano estratégico da Petrobras. Ela também afirmou que a empresa não pretende aumentar os investimentos e disse apenas que rever o plano é uma rotina na estatal.
Durante entrevista coletiva, Foster evitou traçar um paralelo entre ela e seu antecessor José Sérgio Gabrielle, que ficou sete anos a frente da estatal.
- O Gabrielle defendeu a empresa e eu estou aqui para defender a empresa. O Gabrielle é muito técnico também. Quer mais técnico do que doutor em economia? Ele é mais técnico do que eu.
Ao falar sobre a possibilidade de mudanças em cargos estratégicos na sua gestão, Foster disse que não pretende alterar os quadros.
- Não sou de sair mudando pessoas. Serão pouquíssimos movimentos. Esta [que aí está] é a minha equipe.
Maria das Graças Foster quer fazer da Petrobras líder na produção de etanol nos próximos cinco anos.
- Vamos fazer por razões econômicas. Vamos aumentar a nossa produção em etanol e nos próximos quatro ou cinco anos alcançaremos a posição de número um em combustíveis.
Foster também afirmou que não pretende aumentar os preços dos combustíveis da BR distribuidora. Segundo ela, a decisão pela manutenção é uma política de longo prazo.
- Não podemos passar a volatilidade do brent para dentro do mercado. Nós temos quatro novas refinarias para acontecer. Precisamos de um mercado saudável.
Ao responder a uma pergunta sobre como conciliaria o cumprimento de metas com a preocupação ambiental, Maria das Graças Foster disse que a segurança para um trabalho da natureza do que é desenvolvido pela Petrobras é um fator condicionante.
- Se a segurança causar prejuízos ao prazo, eu ficarei muito confortável em definir novos prazos. A minha perseguição pelas metas é frágil perto da preocupação com a segurança.
A nova presidente da Petrobras afirmou que a política de prevenção da empresa é ainda mais forte do que a que qualquer órgão fiscalizatório, agência reguladora ou até mesmo que a Marinha pode exigir.
Maria das Graças Foster tomou posse da presidência da maior empresa de petróleo do Brasil nesta segunda-feira. Funcionária de carreira, ela entrou na empresa como estagiária e aos 58 anos assume o posto máximo.
A nova presidente da Petrobras, que tem 32 anos de empresa, é graduada em Engenharia Química e pós-graduação em Engenharia Nuclear. Ela foi eleita diretora da área de gás e energia da Petrobras em 2007.
Ela também atuou entre 2003 e 2005 na função de Secretária de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia.
Foster sucede José Sérgio Gabrielle, que ficou por sete anos no comando da estatal.
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (13) que a nova presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, dará “continuidade” e “saberá ampliar” os resultados alcançados pela empresa nos últimos anos. Em discurso durante a cerimônia de posse, no Rio de Janeiro, Dilma falou sobre o papel da empresa de petróleo no desenvolvimento do Brasil.
“Com a Graça na presidência, a Petrobras estará em boas mãos. Conheço bem a capacidade de trabalho e a competência que a Graça dedica não só a esta empresa, mas a tudo o que faz em sua vida profissional”, disse Dilma.
O fato de Graça Foster ser a primeira mulher a comandar a Petrobras desde sua criação foi destacado pela presidente Dilma Rousseff.
“Venho na condição de primeira presidenta eleita no Brasil para assistir a posse da primeira mulher presidenta de uma empresa de petróleo e gás no mundo. Venho para cumprimentar uma profissional competente por sua ascensão a um cargo importante por absoluto merecimento, depois de 31 anos de trabalho nesta empresa”, afirmou.
Fonte: Internet
Tablets produzidos no Brasil !
Tablets: muita gente quer um. O problema é o preço… e um dos vilões da conta é a carga de impostos no Brasil.
Para tentar mudar um pouco a situação e popularizar os aparelhos, o governo incluiu os tablets na chamada Lei do Bem, que isenta ou diminui a incidência de dois impostos: PIS e Cofins – os computadores convencionais, por exemplo, só caíram de preço por aqui depois dessa lei. Para o governo, com esse incentivo fiscal, os preços dos tablets produzidos em território nacional deveriam cair, em média, 40%. Mas, os fabricantes dizem que a história não é bem assim…
Nelson Scarpin, diretor geral da Semp Toshiba explica: “Quando você tem um produto importado, por não ter uma fábrica aqui, não há a necessidade de fabricação e você deixa de ter os custos disso. Então, o produto vem pronto e você faz a distribuição. Com a redução da carga tributária, que é um grande benefício, isso totaliza 37%, se somados todos os impostos em cascata. Mas, não podemos esquecer que haverão outro custos associados como, por exemplo, os de fabricação do equipamento”, completa.
A Semp Toshiba lançou seu produto há quatro meses. Após a aprovação do incentivo fiscal, baixou o preço dos tablets em quase 30%. O modelo, que custava R$1400, hoje é vendido por R$1000. Um outro aparelho, de uma marca concorrente, lançado em maio, custava 2000 reais e hoje sai por algo em torno de R$1600.
“Naquele momento, em abril, tínhamos a expectativa que essa mudança na lei já fosse acontecer naquele momento, mas acabou por acontecer no início de agosto. Mas nós apostamos que a Lei do Bem seria aprovada, que seria implementada no Brasil e já começamos a produzir e comercializar com um preço mais agressivo do que faríamos se a lei não estivesse em discussão. Assim que a mudança na tributação foi efetivada, no início da 2ª semana de agosto, nós já reduzimos os preços dos tablets”, diz Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola Mobility.
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, 6 empresas já produzem tablets no Brasil: entre elas estão a Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix. O preço dos produtos feitos aqui é praticamente o mesmo dos importados. Por enquanto, a redução de impostos só foi decisiva para que os tablets começassem a ser produzidos por aqui.
Além do preço, o Brasil precisa vencer mais uma barreira para uma disseminação maior dos tablets: a banda larga e a conexão via rede 3G.
Quem sabe, os “prometidos” 40% de redução ainda cheguem para o consumidor. Mas, os fabricantes dizem que isso só deve acontecer a partir do crescimento das vendas…
Scarpin ainda diz que hoje, o volume total de tablets esperados para o Brasil é na ordem de 400 mil unidades, enquanto, no caso do notebook, se fala em cerca de 8 mihões.
Empresas produtoras na lista estão Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix, segundo o ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Cinco empresas já começaram a produzir tablets no Brasil, segundo informação divulgada ontem à noite (5/9) pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, em entrevista à Agência Brasil. Na lista divulgada por ele estão Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix.
E Apple, com seu popular iPad? Segundo Mercadante, a empresa começará a produzir tablets no País até o final do ano. Vale lembrar que essa previsão já foialterada algumas vezes.
De acordo com o ministro, “a Apple está fazendo a sua primeira fábrica fora da China. Portanto, o tempo dela se instalar no Brasil e produzir os tablets seguramente será um pouco mais longo do que as empresas que já estavam e fizeram adaptações nas linhas de produção.” Mercadante afirma que a fábrica de iPads será em Jundiaí (São Paulo).
Em julho, Mercadante afirmou que este ano teremos no Brasil o “Natal do tablet”, com “equipamentos baratos e muita opções para o consumidor”.
Nas previsões do ministro, os tablets de fabricação nacional deverão chegar a partir de setembro, com 20% de componentes nacionais e preços até 40% menores, no caso de os descontos dados pelo governo federal e por alguns estados chegarem ao consumidor.
Fonte: Internet
Crescimento Econômico Brasileiro
O Brasil possui atualmente uma economia forte e sólida. O país é um grande produtor e exportador de mercadorias de diversos tipos, principalmente commodities minerais, agrícolas e manufaturados. As áreas de agricultura, indústria e serviços são bem desenvolvidas e encontram-se, atualmente, em bom momento de expansão. Considerado um país emergente, o Brasil ocupa o 10º lugar no ranking das maiores economias do mundo (dados de 2007). O Brasil possui uma economia aberta e inserida no processo de globalização.
Informações, índices e dados da economia brasileira
Moeda: Real (símbolo R$)
PIB (Produto Interno Bruto): R$ 3,675 trilhões (ano de 2010) ou US$ 2,21 trilhões
Renda per Capita (PIB per capita): R$ 16.414,00 ou US$ 9.118, 00 (2009)
Coeficiente de Gini: 49,3 (2008) alto
Crescimento do PIB nos últimos anos: 5,7% (2004), 3,2% (2005), 4 % (2006), 5,7% (2007), 5,1% (2008), – 0,6% (2009), 7,5% (2010)
Força de trabalho: 101 milhões (estimativa 2008)
Inflação: 6,5% (IPCA de 2011)
Taxa de desemprego: 6,7% (2010)
Salário Mínimo Nacional: R$ 622,00 ( a partir de 1º de janeiro de 2012)
Dívida Externa: US$ 271 bilhões (estimativa em fevereiro de 2011)
Comércio Exterior:
Exportações: US$ 256,041 bilhões (2011)
Importações: US$ 226,251 bilhões (2011)
Saldo da balança comercial (2011): US$ 29,790 bilhões (superavit) – Crescimento em relação ao ano de 2010: 47,8%
Países que o Brasil mais importou (2011): Estados Unidos , China, Argentina e Alemanha
Países que o Brasil mais exportou (2011): China, Estados Unidos, Argentina, Holanda e Japão
Principais produtos exportados pelo Brasil (2010): minério de ferro, ferro fundido e aço; óleos brutos de petróleo; soja e derivados; automóveis; açúcar de cana; aviões; carne bovina; café e carne de frango.
Principais produtos importados pelo Brasil (2010): petróleo bruto; circuitos eletrônicos; transmissores/receptores; peças para veículos, medicamentos; automóveis, óleos combustíveis; gás natural, equipamentos elétricos e motores para aviação.
Organizações comerciais que o Brasil pertence: Mercosul, Unasul e OMC (Organização Mundial de Comércio)
Tipos de energia consumida no Brasil (dados de 2009):
Petróleo e derivados: 37,9%
Hidráulica: 15,2%
Gás natural: 8,8%
Carvão Mineral: 4,8%
Biomassa: 21,8%
Lenha: 10,1%
Nuclear: 1,4%
(Fonte: Ministério de Minas e Energias)
Principais produtos agrícolas produzidos: café, laranja, cana-de-açúcar (produção de açúcar e álcool), soja, tabaco, milho, mate.
Principais produtos da pecuária: carne bovina, carne de frango, carne suína
Principais minérios produzidos: ferro, alumínio, manganês, magnesita e estanho.
Principais setores de serviços: telecomunicações, transporte rodoviário, técnico-profissionais prestados à empresas, transporte de cargas, limpeza predial e domiciliar, informática, transportes aéreos e alimentação.
Principais setores industriais: alimentos e bebidas, produtos químicos, veículos, combustíveis, produtos metalúrgicos básicos, máquinas e equipamentos, produtos de plástico e borracha, eletrônicos e produtos de papel e celulose.
Atualmente, a ecomonia do Brasil esta muito forte e sólida, pois o pais esta sendo considerado um grande produtor e exportador de mercadorias de diversos tipos, principalmente os minérios, a agricultura e manofaturados. As areas de agricultura, industria e serviços são bem desenvolvidas e encontram-se na atualidade, em bom momento de expansão. O Brasil, considerado um pais emergente, ocupa o décimo lugar no ranking dos maiores economistas que existem mundialmente, e isso foi dito em 2007. além disso, foi dito também que o Brasil tem uma economia aberta e inserida no processo de globalização. Confira abaixo a economia Brasileira atualmente:
Energia consumida no Brasil:
Petróleo e derivados: 42%
Eletricidade: 16,5%
Gás natural: 7,2%
Carvão: 5,4%
Biomassa: 26,6%
Outras (geotérmica, eólica, térmica e solar): 2,3%
Principais produtos agrícolas produzidos: café, laranja, cana-de-açúcar (produção de açúcar e álcool), soja, tabaco, milho, mate.
Principais produtos da pecuária: carne bovina, carne de frango, carne suína
Principais minérios produzidos: ferro, alumínio, manganês, magnesita e estanho.
Principais setores de serviços: telecomunicações, transporte rodoviário, técnico-profissionais prestados à empresas, transporte de cargas, limpeza predial e domiciliar, informática, transportes aéreos e alimentação.
Principais setores industriais: alimentos e bebidas, produtos químicos, veículos, combustíveis, produtos metalúrgicos básicos, máquinas e equipamentos, produtos de plástico e borracha, eletrônicos e produtos de papel e celulose.
Fonte: Internet
Carro brasileiro é um dos mais caros do mundo
Acostumado a ver o automóvel como investimento durante anos, o brasileiro começa a descobrir que o produto não passa de mais um bem de consumo como uma geladeira ou uma TV, ou seja, é algo que perde valor com o tempo.
E não foi só isso. Como a inflação não “devolve” mais o que esse consumidor pagou por meses a fio (alguns modelos chegavam a “valer” mais que antes da compra), agora outra constatação passou a ficar clara: o automóvel no Brasil é extremamente caro, provavelmente o mais alto do mundo se contarmos apenas os países com um mercado interno significativo.
O assunto está em alta nas últimas semanas e se tornou polêmico. De um lado, artigos apontando os impostos, a infraestrutura e a mão de obra como culpados, ou, como no caso do jornalista Joel Leite em matéria na revista Autoesporte, o suposto lucro fácil das montadoras. Do outro, os próprios fabricantes cobrando do governo condições melhores para competir com os veículos importados que seriam muito mais baratos de produzir, sobretudo na China.
O custo dos carros no Brasil é muito alto em comparação a outros mercados por conta de impostos, especialmente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O brasileiro paga por um Fiat Uno, em dólares, o que o valor que um europeu precisa para comprar um Honda Civic. “O IPI pode chegar até 33% do valor do veículo, dependendo da cilindrada. Quanto maior (a cilindrada), maior o percentual do imposto”, explicou o analista de produção, Fernando Trujillo.
Quando o governo isentou alguns veículos do IPI para estimular o consumo e ajudar a economia brasileira a sair da estagnação provocada pela crise, no entanto, o preço médio desses carros para venda caiu 5%, apenas, de acordo com Trujillo.
Outros impostos também fazem dos carros brasileiros muito mais caros quando comparados a modelos similares em outros países. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pode chegar a até 30% do preço final de um automóvel, de acordo com a consultoria CSM.
O peso do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre o preço final dos automóveis varia entre 2% e 5%; a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) corresponde a 1,65% e o percentual referente à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) é de 7,6%.
Outro fator que afeta o custo dos carros brasileiro e, portanto o preço final, é o chamado “custo Brasil”, uma expressão utilizada para se referir a ineficiência nacional na área de infraestrutura e logística. “O ‘custo Brasil’ está embutido (nos preços finais), percorre toda cadeia automotiva desde a importação de insumos”, disse o diretor para a América do Sul da consultoria Booz & Company, Fabio Takaki.
O impacto do real valorizado ante o dólar, no entanto, não pode ser menosprezado em comparações desse tipo. Quanto mais valorizado o real, mais caro o preço veículo ficará quando convertido para a divisa americana, lembrou Takaki.
Mas a diferença do peso dos tributos na aquisição de carros do Brasil em comparação com outros países não é nada desprezível. “Enquanto 30% do preço final de um veículo no Brasil são tributos, nos Estados Unidos este percentual é de 6%”, diz Takaki.
A CSM fez um levantamento da diferença de preço entre veículos no Brasil e Europa e descobriu que o valor gasto para se comprar um Fiat Uno no Brasil (US$ 15,6 mil) equivale ao preço de um Honda Civic na Europa. O Civic custa US$ 15,6 mil, na Europa. O Fiat Panda, um modelo similar ao Uno brasileiro, custa US$ 11 mil.
Enquanto com US$ 18,3 mil o brasileiro compra um Corsa, o europeu compra um Hyundai i30, que custa US$ 17,7 mil. O similar europeu do Corsa, o Opel Corsa, custa US$ 14,3 mil.
Em uma faixa de veículos mais caros, a diferença não é menor. Enquanto um brasileiro paga US$ 28,6 mil por um Astra, o europeu, com o mesmo valor (US$ 28,3 mil) compra um BMW 3 Series. Para comprar um similar ao Astra, o Opel Astra, são necessários apenas US$ 21,3 mil na Europa.
Enquanto um brasileiro paga US$ 32,4 mil por um Honda Civic, o europeu paga apenas US$ 15,6 mil pelo mesmo veículo. Com os mesmos US$ 32 mil, compra-se uma Mercedes-Benz C180K na Europa, com direto a troco: US$ 31,5 mil.
Juros
Não bastasse impostos e deficiências estruturais do País, a diferença de juros cobrada entre um financiamento no Brasil e demais países faz com que a disparidade de valores dispare. “O juro é muito alto. A média cobrada no Brasil é de 25% (ao ano), enquanto na Alemanha são 4%, nos EUA 8% e no Japão 6%. Os bancos e financiadoras ganham muito dinheiro aqui”, afirmo Trujillo. Mesmo com a taxa de juros ao consumidor em 2010 sendo uma das mais baixas do País na história.
Enquanto um Honda Fit financiado em uma concessionária brasileira custa US$ 37 mil, o mesmo veículo custa cerca de US$ 20 mil nos Estados Unidos. Na vizinha Argentina, o Fit financiado custa US$ 23 mil, conforme apurado pela CSM South America.
O dobro do preço mexicano
É fato que o fenômeno não se restringe apenas ao setor automobilístico. Basta ver como chegam os voos de Miami, nos Estados Unidos, abarrotados de produtos bem mais baratos que os vendidos aqui. Ou, então, notar como o preço dos restaurantes nas grandes cidades brasileiras já consegue ser superior ao de muitas metrópoles famosas como Nova York, Paris ou Londres.
Mas o que indignou grande parte das pessoas recentemente foi descobrir que mesmo os automóveis produzidos no Brasil acabam se tornando mais baratos quando exportados para outros países. Essa disparidade fica mais evidente quando se comparam os valores cobrados na Argentina e no México, com os quais o Brasil possui acordo que isenta o pagamento de taxas de importação.
O vilão dessa história chama-se City. O sedã da Honda, baseado no compacto Fit, é fabricado no interior de São Paulo e tem status de carro médio por aqui – custa em algumas versões tanto quanto um Jetta ou um Corolla, modelos maiores e mais sofisticados. A versão LX, por exemplo, intermediária, tem preço sugerido de R$ 57.420 na região Sudeste, mas pode ser comprado no México por cerca deR$ 28.800 (214 mil pesos). É nada menos que o dobro do valor cobrado em nosso mercado.
Fonte: Internet
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