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Formula1 – testes de Bruno Senna na Williams

Os primeiros testes do brasileiro Bruno Senna, novo piloto titular da equipe inglesa Williams na Fórmula 1, são realizados nesta quinta e sexta-feira na pista do circuito espanhol de Jerez de la Frontera. O sobrinho de Ayrton Senna vai dirigir o carro FW34, com motor Renault, e tentará recuperar o prestígio da Williams junto com seu companheiro de equipe, o venezuelano Pastor Maldonado. Nesta entrevista exclusiva à RFI, Bruno Senna, de 28 anos, conta como será o seu dia-a-dia de treinos, relembra os bons momentos de Ayrton Senna na mesma escuderia, comenta a sua relação com Rubens Barrichelo, com quem disputou a vaga, e fala da sua expectativa para a temporada 2012.

Ninguém passou tanto tempo na pista quanto Bruno Senna no terceiro dia de testes de pré-temporada da Fórmula 1 em Jerez de la Frontera. Em sua estreia pela Williams e no contato inicial com o FW34, o piloto brasileiro completou 125 voltas e o total de 553 quilômetros, equivalente quase à distância de dois grandes prêmios – 600 km. Em sua melhor passagem, Bruno estabeleceu o tempo de 1min21s293 e terminou na 8ª posição na classificação final da sessão, logo atrás da Ferrari do bicampeão mundial Fernando Alonso.

burno-senna

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Bruno assumiu o volante do novo carro da equipe de Grove em substituição ao venezuelano Pastor Maldonado, responsável pelo trabalho nos dois dias anteriores. E não escondeu a satisfação com os resultados alcançados. “Foi um bom dia, que representou não apenas o primeiro teste pela Williams como também a primeira chance de iniciar uma temporada completa na Fórmula 1. Tínhamos uma agenda de trabalho bastante extensa e conseguimos realizá-la inteiramente”, comentou.

O carro não apresentou qualquer problema durante os ensaios desta quinta-feira. “Conseguimos andar mais do que qualquer outra equipe. Foi uma prova da resistência do FW34 e nos deu a chance de entender melhor o seu comportamento, avaliar todos os seus sistemas e também o novo motor Renault. Descobrimos algumas coisas bem interessantes sobre os pneus. Enfim, acredito que esse carro tem muito potencial. Estou ansioso para continuar trabalhando no seu desenvolvimento e aprender um pouco mais sobre ele”, completou Bruno.

A primeira bateria de ensaios coletivos será concluída nesta sexta-feira, quando Bruno voltará a ocupar o cockpit do carro da organização comandada por Frank Williams. A expectativa é que o tempo – a temperatura esteve sempre na casa dos 15 graus ao longo do dia e sem ameaça de chuva – continue ajudando as equipes a acelerar o desenvolvimento dos novos carros. A Mercedes, que utilizou o modelo do ano passado, já encerrou as atividades em Jerez. A exemplo do companheiro Michael Schumacher na véspera, Nico Rosberg estabeleceu a volta mais rápida em 1min17s613.

Fonte: Internet

Fórmula 1 – Nova Ferrari 2012

Após ser obrigada a cancelar a festa de lançamento por causa da nevasca que castiga a Itália, a Ferrari exibiu seu novo carro via Internet nesta sexta-feira. O modelo, batizado de F2012,  foi apresentado com a presença do presidente da equipe, Luca di Montezzemolo, e dos pilotos Fernando Alonso e Felipe Massa. De acordo com a escuderia italiana, o F2012 parte de um conceito muito diferente de seus antecessores, e que marca uma mudança de mentalidade por parte de toda equipe em busca de vitórias.

Em um comunicado oficial, a equipe explicou que as principais mudanças em relação ao modelo adotado em 2011 foram aplicadas na posição dos escapamentos, na redistribuição de peso, no mapeamento eletrônico do motor e na altura do chassi na parte dianteira Este, aliás, é o ponto que fez o time admitir,  no texto, que o carro não é exatamente bonito.

Ferrari 2012

Ferrari 2012

- O nariz tem um degrau que não é esteticamente agradável. Como a exigência do novo regulamento para abaixar a parte da frente, esta era a maneira de elevar a parte inferior do chassi, o tanto quanto possível, por razões aerodinâmicas – explicou a equipe na nota publicada em seu site.

Mesmo com tantas mudanças, o diretor esportivo Stefano Domenicali ressalta que os pontos positivos do antigo carro foram aproveitados no novo projeto, e reclamou do pouco tempo que o time teve para o desenvolvimento.

- Temos muitas novidades no aspecto técnico, tanto na parte mecânica quanto no desenho do carro. Mas queríamos dar alguma continuidade, e espero que alcancemos a melhor performance. Tivemos apenas 12 dias para trabalhar no carro a partir da definição dos novos pneus – comentou o dirigente.


ferrari-2012
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Felipe Massa, que vem de um ano bastante complicado, confia que o novo modelo poderá levá-lo de volta ao pódio. O jejum já dura mais de um ano, desde o GP da Coreia de 2010. Será um ano decisivo para o brasileiro, que terá que mostrar resultados equivalentes ao de seu companheiro Fernando Alonso caso queira continuar como titular do time.

- É um carro muito agressivo. Nós mudamos muito, é uma nova ideia, e ainda há muito a evoluir. Estou confiante de que podemos ter uma temporada competitiva do início ao fim, aora é trabalhar bastante nos testes para o desenvolvimento, para levar a máquina vermelha aos primeiros lugares. Será ano especial para mim e para toda a equipe. Nós queremos lutar pelo campeonato, e realmente quero começar bem e terminar ainda melhor – disse o brasileiro.

Felipe Massa admitiu ter ficado impressionado com o design do novo carro da Ferrari para a temporada 2012 da F1. Ao contrário de Fernando Alonso, que destacou o estranho degrau no bico, o brasileiro ressaltou as linhas agressivas da F2012 durante o lançamento, nesta sexta-feira (3).

“Eu digo que esse carro parece muito, muito agressivo. Ele é parte dos meus sonhos. Eu sei que houve muitas dificuldades enquanto o criavam. Nós sempre queremos desenvolver novos modelos, então estou impressionado. Nós começamos em poucos dias e eu tenho certeza que o campeonato será emocionante e competitivo”, declarou.
Massa lembrou, ainda, que tanto ele quanto a Ferrari iniciam o novo campeonato pressionados. Enquanto a equipe foi derrotada pela Red Bull com facilidade na última temporada, o brasileiro ainda não conseguiu igualar o ritmo de prova do companheiro Fernando Alonso.

“Será um ano importante para mim e para toda a equipe. Esse será um ano vitorioso. Nós queremos lutar para recuperarmos o título e eu quero acreditar na minha habilidade e no nosso carro. E essa é a coisa certa a se fazer”, declarou.

Mesmo em um ano decisivo, o piloto demonstrou estar bastante otimista. “Eu quero ver a Ferrari vencendo o mais frequentemente possível. Aqui eu sinto uma força. Eu estou focado em vencer. Há uma série de coisas positivas na minha cabeça e eu quero começar da maneira correta e terminar o campeonato da melhor forma possível”, encerrou.

Em mais de oportunidade, ao longo de 2011, Massa reconheceu que o novo campeonato será fundamental para a permanência na Ferrari. Depois de ser cobrado publicamente pelos dirigentes da equipe, o brasileiro viu, no início da semana, um jornal italiano informar que Robert Kubica já teria assinado uma carta de intenções com Maranello.Fernando Alonso também ressaltou o perfil ousado do novo modelo, e pregou a união da equipe em busca de um objetivo claro: deter a RBR e voltar a disputar o título. O espanhol venceu apenas uma corrida em 2011.

- O carro é muito diferente, mas inicio meu terceiro ano no time com a mesma determinação para fazer o melhor, e espero que consigamos subir bastante ao pódio, vencendo corridas. Eu digo aos fãs que vamos lutar pelo título, mas devemos estar unidos e determinados. É uma honra e uma grande responsabilidade guiar uma Ferrari – elogiou o bicampeão mundial de Fórmula 1.

Fonte: Internet

Carro brasileiro é um dos mais caros do mundo

Acostumado a ver o automóvel como investimento durante anos, o brasileiro começa a descobrir que o produto não passa de mais um bem de consumo como uma geladeira ou uma TV, ou seja, é algo que perde valor com o tempo.

E não foi só isso. Como a inflação não “devolve” mais o que esse consumidor pagou por meses a fio (alguns modelos chegavam a “valer” mais que antes da compra), agora outra constatação passou a ficar clara: o automóvel no Brasil é extremamente caro, provavelmente o mais alto do mundo se contarmos apenas os países com um mercado interno significativo.

O assunto está em alta nas últimas semanas e se tornou polêmico. De um lado, artigos apontando os impostos, a infraestrutura e a mão de obra como culpados, ou, como no caso do jornalista Joel Leite em matéria na revista Autoesporte, o suposto lucro fácil das montadoras. Do outro, os próprios fabricantes cobrando do governo condições melhores para competir com os veículos importados que seriam muito mais baratos de produzir, sobretudo na China.

civic

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O custo dos carros no Brasil é muito alto em comparação a outros mercados por conta de impostos, especialmente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O brasileiro paga por um Fiat Uno, em dólares, o que o valor que um europeu precisa para comprar um Honda Civic. “O IPI pode chegar até 33% do valor do veículo, dependendo da cilindrada. Quanto maior (a cilindrada), maior o percentual do imposto”, explicou o analista de produção, Fernando Trujillo.
Quando o governo isentou alguns veículos do IPI para estimular o consumo e ajudar a economia brasileira a sair da estagnação provocada pela crise, no entanto, o preço médio desses carros para venda caiu 5%, apenas, de acordo com Trujillo.
Outros impostos também fazem dos carros brasileiros muito mais caros quando comparados a modelos similares em outros países. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pode chegar a até 30% do preço final de um automóvel, de acordo com a consultoria CSM.

O peso do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre o preço final dos automóveis varia entre 2% e 5%; a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) corresponde a 1,65% e o percentual referente à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) é de 7,6%.

Outro fator que afeta o custo dos carros brasileiro e, portanto o preço final, é o chamado “custo Brasil”, uma expressão utilizada para se referir a ineficiência nacional na área de infraestrutura e logística. “O ‘custo Brasil’ está embutido (nos preços finais), percorre toda cadeia automotiva desde a importação de insumos”, disse o diretor para a América do Sul da consultoria Booz & Company, Fabio Takaki.

O impacto do real valorizado ante o dólar, no entanto, não pode ser menosprezado em comparações desse tipo. Quanto mais valorizado o real, mais caro o preço veículo ficará quando convertido para a divisa americana, lembrou Takaki.
Mas a diferença do peso dos tributos na aquisição de carros do Brasil em comparação com outros países não é nada desprezível. “Enquanto 30% do preço final de um veículo no Brasil são tributos, nos Estados Unidos este percentual é de 6%”, diz Takaki.

A CSM fez um levantamento da diferença de preço entre veículos no Brasil e Europa e descobriu que o valor gasto para se comprar um Fiat Uno no Brasil (US$ 15,6 mil) equivale ao preço de um Honda Civic na Europa. O Civic custa US$ 15,6 mil, na Europa. O Fiat Panda, um modelo similar ao Uno brasileiro, custa US$ 11 mil.

Enquanto com US$ 18,3 mil o brasileiro compra um Corsa, o europeu compra um Hyundai i30, que custa US$ 17,7 mil. O similar europeu do Corsa, o Opel Corsa, custa US$ 14,3 mil.

Em uma faixa de veículos mais caros, a diferença não é menor. Enquanto um brasileiro paga US$ 28,6 mil por um Astra, o europeu, com o mesmo valor (US$ 28,3 mil) compra um BMW 3 Series. Para comprar um similar ao Astra, o Opel Astra, são necessários apenas US$ 21,3 mil na Europa.

Enquanto um brasileiro paga US$ 32,4 mil por um Honda Civic, o europeu paga apenas US$ 15,6 mil pelo mesmo veículo. Com os mesmos US$ 32 mil, compra-se uma Mercedes-Benz C180K na Europa, com direto a troco: US$ 31,5 mil.
Juros
Não bastasse impostos e deficiências estruturais do País, a diferença de juros cobrada entre um financiamento no Brasil e demais países faz com que a disparidade de valores dispare. “O juro é muito alto. A média cobrada no Brasil é de 25% (ao ano), enquanto na Alemanha são 4%, nos EUA 8% e no Japão 6%. Os bancos e financiadoras ganham muito dinheiro aqui”, afirmo Trujillo. Mesmo com a taxa de juros ao consumidor em 2010 sendo uma das mais baixas do País na história.

Enquanto um Honda Fit financiado em uma concessionária brasileira custa US$ 37 mil, o mesmo veículo custa cerca de US$ 20 mil nos Estados Unidos. Na vizinha Argentina, o Fit financiado custa US$ 23 mil, conforme apurado pela CSM South America.

corolla

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O dobro do preço mexicano

É fato que o fenômeno não se restringe apenas ao setor automobilístico. Basta ver como chegam os voos de Miami, nos Estados Unidos, abarrotados de produtos bem mais baratos que os vendidos aqui. Ou, então, notar como o preço dos restaurantes nas grandes cidades brasileiras já consegue ser superior ao de muitas metrópoles famosas como Nova York, Paris ou Londres.

Mas o que indignou grande parte das pessoas recentemente foi descobrir que mesmo os automóveis produzidos no Brasil acabam se tornando mais baratos quando exportados para outros países. Essa disparidade fica mais evidente quando se comparam os valores cobrados na Argentina e no México, com os quais o Brasil possui acordo que isenta o pagamento de taxas de importação.

O vilão dessa história chama-se City. O sedã da Honda, baseado no compacto Fit, é fabricado no interior de São Paulo e tem status de carro médio por aqui – custa em algumas versões tanto quanto um Jetta ou um Corolla, modelos maiores e mais sofisticados. A versão LX, por exemplo, intermediária, tem preço sugerido de R$ 57.420 na região Sudeste, mas pode ser comprado no México por cerca deR$ 28.800 (214 mil pesos). É nada menos que o dobro do valor cobrado em nosso mercado.

Fonte: Internet

Em breve ! Aguardem !

Lançamento em breve ! Aguardem promoções !

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